terça-feira, 6 de novembro de 2018

BOLSONARO DIZ QUE PRETENDE ANUNCIAR O MINISTÉRIO COMPLETO ATÉ O FIM DO MÊS


O presidente eleito, Jair Bolsonaro (PSL), afirmou nesta terça-feira (6) que pretende anunciar até o final deste mês seu ministério completo e que sua ideia é colocar pessoas competentes de cada área e patriotas nos cargos.
Ao sair de reunião no comando da Marinha, Bolsonaro disse a jornalistas que o general Augusto Heleno, indicado para ser titular do Ministério da Defesa, pode ser nomeado para o Gabinete de Segurança Institucional, que fica dentro do Palácio do Planalto.
Até o momento, outros quatro ministros foram anunciados por ele: o deputado Onyx Lorenzoni (DEM-RS), para a Casa Civil; o economista Paulo Guedes, para a Economia; o astronauta Marcos Pontes, para Ciência e Tecnologia; e o juiz federal Sergio Moro, para Justiça e Segurança Pública.
"Tem quatro nomes [de futuro ministros] bastante avançados. É como em um casamento, os dois têm que dizer 'sim' no altar. É muito chato anunciar você e amanhã você não querer ou eu não querer", respondeu Bolsonaro ao ser questionado sobre os nomes que podem entrar no seu governo.
Segundo Bolsonaro, o número final de ministérios pode "chegar a 17" --dois a mais do que foi prometido durante a campanha. Atualmente, o governo do presidente Michel Temer (MDB) tem 29 pastas.
Ele afirmou que as negociações mais avançadas são com os futuros titulares das pastas de Agricultura, Meio Ambiente, Relações Exteriores e Infraestrutura, e que pode divulgar um nome até sexta-feira (9).
O deputado federal explicou ainda que quer finalizar a montagem do ministério antes da cirurgia que deve fazer para retirar a bolsa de colostomia, prevista para o dia 12 de dezembro.
Ele reafirmou ainda que a tendência atual é não haver mais uma fusão entre os ministérios da Agricultura e do Meio Ambiente, como ele propôs durante a campanha.
Bolsonaro também sugeriu que vai indicar para comandar o Ministério das Relações Exteriores alguém do próprio Itamaraty. Ainda de acordo com o presidente eleito, ser ministro no seu governo exigirá "uma cota de sacrifício muito grande".
Fonte: (Uol)

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